FOTO É HISTÓRIA!

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Turma do "Kangapé"

PAIXÃO DE CRISTO EM LIMA CAMPOS E ICÓ

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VEM AÍ 11º PAIXÃO DE CRISTO EM LIMA CAMPOS E ICÓ

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É um trabalho fantástico vir aqui e conhecer a encenação da paixão de Cristo em Lima Campos, nos 11 anos da Paixão de Cristo aqui no nosso distrito. com um cenário fantástico e uma bela atuação dos mais de 100 atores que compõem o elenco da história antiga que se renova todos os anos. Convido o público para as apresentações de sexta-feira (25) em Lima Campos e sábado (26), em Icó. A entrada é gratuita. Com apoio total do governo municipal e secretaria de cultura e turismo.

IMAGENS DO DIA

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Foto: Repórter, Deusimar Oliveira

MUTIRÃO NA AMPLIAÇÃO DA MATRIZ DE SÃO SEBASTIÃO

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Mutirão de ampliação da matriz de São Sebastião em Lima Campos " As mãos que trabalham são tão abençoadas tanto quanto os lábios que rezam " Obrigado a todos que trabalharam conosco. 
Texto e fotos, Bonfim Vieira

OS PRIMEIROS TEMPOS

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O açude, agente da modernidade, trouxera fartura, mas, nos primeiros anos após a fundação do povoado de Lima Campos, seus habitantes e os demais que residiam no entorno, em alguns aspectos viviam de forma semelhante aos que viveram ali em tempos mais recuados.
Os partos eram feitos por parteiras que aprenderam o ofício vendo outras parteiras mais velhas, seus instrumentos de trabalho eram uma tesoura, um novelo de fio, banha de porco, um rosário e algumas orações protetoras, orações estas ainda usadas, juntamente com o rosário, em favor de parturientes de agora, que fazem o pré-natal e contam com postos de saúde, hospitais e médicos.
O atendimento ás doenças era feitos por alguns práticos de farmácia de Icó e, principalmente, pelas rezadeiras, que possuíam um repertório extenso de orações para todos os males. Algumas dessas rezadeiras, que ainda hoje são presentes e muito requisitadas na vila que agora pretende ser cidade, havia também preventivos era recomendado pelo o padre Frota, vigário do icó, sacerdote respeitado pela a sapiência. Ele recomendava aos paroquianos que bebesse em cálice diário da branquinha do Aracati, hábito que evitava muitas enfermidades, a recomendação é seguida até hoje por alguns habitantes de Lima Campos, que descobriram os mesmo efeitos profiláticos em outras cachaças originárias do Acarape, de Maranguape, de Aquiraz  do cariri.

Do Livro: Bem Vindo ao Reino do Louro e da Peixada de José Mapurunga.

08 DE MARÇO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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Mulher é grandeza. É distinção. Mulher é ímpar. É sedução. Ser mulher é fazer parte de uma história de luta e de conquista, uma história rica em personagens que gritam a verdade do íntimo de cada um de nós. Não há mulher maior do que qualquer uma, tal como não existe algum ser maior que qualquer mulher. Se há justiça no mundo, ela se deve a todas as mulheres que do nada construíram o tudo.


1º RESSUCITA JOVEM

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Programação oficial do 1º Ressuscita Jovem, monte sua caravana e venha dá o grito da 

vida sobre a morte.

ENCENAÇÃO DA PAIXÃO DE CRISTO EM LIMA CAMPOS

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O grupo "EVANGELIZART" Convida você é sua Família a participar de mais uma apresentação da Encenação da Paixão de Cristo neste dia 25 de março de 2016 a partir das 18:30 em frente a Igreja matriz de São Sebastião em Lima Campos CE.
Em breve estaremos divulgando a confirmação da secretaria de cultura do município para o dia 26 no Largo do Theberge, ICÓ - CE.

UM POUCO DE ICÓ E LIMA CAMPOS

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O imenso sertão nordestino, mesmo estando imerso nos meses de estio, com a paisagem cinzenta predominando em toda parte, tem o caminho Icó e seu distrito Lima Campos emoldurado pela a paisagem viçosa da várzea que serpenteia. Esse oásis integrante do Reino do Loura e da Peixada, que permanece verde até nos anos de crise climática, se constitui o perímetro irrigado do açude hoje famoso, não por suas dimensões acanhadas em  relação a outros açudes cearenses, mas por sua deliciosa peixada de peixes de água doce. Servida diariamente em dois restaurantes situados na praça principal do núcleo urbano e, nos fins de semana, em mais um restaurante a beira do açude, a peixada atrai moradores do Icó, e de outros municípios vizinhos e viajores que ocasionalmente passam na estrada.
Lima Campos é um núcleo urbano encostado ao açude  do mesmo nome, com história e tradições próprias, que agora fala em emancipação, o que naturalmente acontecerá mais cedo ou mais tarde, mas suas profundas ligações com o Icó haverão de transcender esse possível acontecimento. Se Lima Campos é o balneário dos icoenses, uma opção de lazer para os cálidos fins de semana, o Icó, além de ter uma história que transcende ao passado da região, é a referência comercial, de serviços e de cultura de Lima Campos. Uma espécie de irmã mais velha ou metrópole regional, guardando as devidas proporções. Afinal, ir de um localidade a outra, é como ir de um bairro ao centro de uma cidade maior, sem a desvantagem do trânsito congestionado. Se o povo de Lima Campos vai em massa para a festa do Senhor do Bonfim em Icó, o pessoal do Icó não perde a festa de São Sebastião em Lima Campos. Uma frase muito dita na região: O que seria do Icó se não fosse Lima Campos e o que seria de Lima Campos se não fosse Icó?
Mas a interdependência entre as duas localidades não termina aí. Icó e Lima Campos constituem uma simbiose com forte potencial turístico. O Icó oferece ao visitante a paisagem urbana de séculos passados,sobrados, igrejas e outras construções  de inestimável valor histórico e arquitetônico do nordeste brasileiro ( do ciclo do gado e do algodão) que são cenários de um universo de lendas e histórias que beiram ao fantástico. Esse atributo se potencializa quando associado á forte tradição religiosa da cidade, de padrões arcaicos, e com a convivência com um povo alegre, cordial, de auto-estima elevada, que cumprimenta os visitantes nas ruas e que é extremamente gentil, revelando a clara intenção de honrar o rico passado de sua cidade. Lima Campos, por sua vez, oferece a história viva de uma intervenção governamental, no que se refere ás secas, feita a partir dos anos de 1930 e que se mescla com a cultura dos diversos sertões de origem dos migrantes que ocuparam sua área.
A peixada de Lima Campos materializada essa fusão. Há quem atribua a origem da peixada aos tempos difíceis da construção do açude, quando flagelados das secas, os casacos da obra reforçavam a parca alimentação oferecida pelo governo, pescando na água gorda dos poços ainda sobreviventes no leito do rio São João, barrado para fazer o açude, nos idos de 1932. Há quem diga que se originou com a implantação da piscicultura no açude, em 1934, e com a introdução do tucunaré, peixa amazônico que passou a fazer parte do universo alimentar sertanejo.

Do livro, Bem Vindo ao Reino do Louro e da Peixada ( José Mapurunga)