IMAGEM DO DIA

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Roberto e Zé Nilton

LIMA CAMPOS EM LUTO

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Faleceu em Lima Campos o senhor Francisco Joaquim de Oliveira (Severiano) aos 78 anos.


MERCADO PÚBLICO DE LIMA CAMPOS

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Placa de inauguração do Mercado Público de Lima Campos.
Na gestão do então prefeito Aldo Marcozzi Monteiro, o melhor prefeito que o Icó já teve.

DA SÉRIE: FIGURAS FOLCLÓRICAS DE LIMA CAMPOS - CE

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Zé Maurício

16ª FESTA DO IDOSO DE LIMA CAMPOS -CEARÁ

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FREI JÚLIO CESAR CELEBRA A MISSA DOS IDOSOS EM LIMA CAMPOS

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Frei Júlio, José Delfino e Maria José (Mazé)


16ª FESTA DO IDOSO EM LIMA CAMPOS - CE

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José Ribeiro (In Memoriam), foi homenageado na décima sexta, Festa do Idoso em Lima Campos.
A emoção tomou de conta de todos os presentes ao ser exibido um vídeo com fotos retratando o cotidiano do José Ribeiro.


FESTA DA "MELHOR IDADE" EM LIMA CAMPOS - CE

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Foto: Internet
Vai ser realizado neste dia (27) quinta, em Lima Campos, no Salão Paroquial a festa dos idosos.
Cobertura do repórter Deusimar Oliveira da rádio Papagaio FM de Icó e do Blog do Lacy.

CHARGE DO DIA

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VÍDEO DO ICOENSE DAMIÃO É DESTAQUE NO PROGRAMA "DOMINGO LEGAL" DO SBT

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Foi ao ar hoje domingo dia(23) o vídeo do icoense Damião.
O programa Domingo Legal do SBT comandado pelo o apresentador Celso Portiolli mostrou esse vídeo em rede nacional, onde Damião faz uma homenagem ao Michael Jackson.

BAR DO NANOCA

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ARQUIVO FOTOGRÁFICO

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Lacy Carvalho, Aurélio, Lauciene Carvalho e Lairton Carvalho.

DA SÉRIE: FIGURAS FOLCLÓRICAS DE LIMA CAMPOS - CE

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Evaldo

IMAGEM DO DIA

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Lacy Carvalho e Wellington
22/06/2010
Jardim América - Fortaleza

ALÔ DO DIA !!!

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IMAGEM DO DIA

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CHARGE DO DIA

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LIMACAMPENSE PELO O MUNDO AFORA

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Antonino de Sousa Menezes, conterrâneo de Lima Campos, irmão do Dr. Ajuricaba.
Antonino é escrivão da polícia civil da cidade de Barueri, em São Paulo.
Sempre acessando o Blog do Lacy, e matando as saudades de Lima Campos - Ceará - Brasil

CHARGE DO DIA

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MÚSICA DA SEMANA

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O Gás Acabou

Luiz Américo

O gás acabou, tem pouca comida,
Acabou meu dinheiro
Pagamento está longe,
Ainda não pintou o décimo terceiro
As pratinhas do Zé
Que ele juntou pra comprar a chuteira
Se o vale gorar
Já dá pra inteirar a despesa da feira

E aqui estou eu
Pedindo carona pra ir trabalhar
Pensando na nega mãe dos meus moleques
Que nunca se queixa
E está sempre a cantar
Seja lá o que Deus quiser

Pobre é esse sofrimento
Recebe só vale no seu pagamento BIS

O dia de ontem, somado ao de hoje é a mesma rotina
E pra disfarçar minha distração é o boteco da esquina
Conversa fiada, que não leva a nada só pra distrair
E a gente se cansa, depois vai pra casa jantar e dormir.

PRESENTE DA MINHA AMIGA REJANE MOREIRA

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Venho agradecer de coração o presente um camiseta, de Rejane Moreira a maior incentivadora do Blog do Lacy.
Poesia de autoria da Rejane Moreira.
Obrigado!!!!!!!!

MISSA AOS ICOENSES EM FORTALEZA

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No dia (14) de setembro realizou-se um missa na igreja do Monte Castelo em Fortaleza.
A colônia icoense compareceu em massa, sendo que uma caravana se deslocou de Icó até a capital cearense para participar desse grande evento religioso.

O ALÔ DO DIA!!!

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O alô do dia hoje é para meu amigo Dj K-Dinho.
Sempre acessando nossa página na internet, direto de Fortaleza.
Valeu K-Dinho.

MORENO'S BAR

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Neto, Ìtalo e Daniela

DESTINO TRAÇADO

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Claude Putman compôs a música “Green, Green Grass of Home”, e o grande roqueiro americano “Elvis Presley”, no início dos anos 60, fez sucesso no mundo. Aqui no Brasil, numa versão feita por Geraldo Figueiredo, intitulada “Os Verdes Campos da Minha Terra”, Agnaldo Timóteo gravou, em 1967. O Brasil descobriu o maior cantor popular da época. Foi cantando essa música que Agnaldo largou a profissão de torneiro mecânico e se arrumou na vida. E eu, ainda adolescente, tocando o meu violão e cantando essa canção, sobretudo nas festinhas de despedidas dos nossos conterrâneos que se aventuravam rumo ao sul do país, também fiz muito sucesso. Quando alguém perdia a paciência da monotonia e da falta de oportunidades de empregos da nossa querida Icó-CE, que decidia ir embora para São Paulo, eu entrava em cena. A hora da triste partida tornava-se mais amena com João Dino cantando e tocando violão. Fiz isso muitas vezes. E até comigo mesmo aconteceu. Depois da festa do Senhor do Bonfim, em janeiro de 1976, eu fui embora para Novo Hamburgo (RS), fazendo parte de uma comitiva de 12 conterrâneos. Fomos todos em busca de trabalho.Perdi a conta de quantas vezes eu cantei essa música na hora em que o ônibus da Itapemirim recolhia os passageiros, que normalmente conduziam uma maletinha confeccionada de madeira, revestida de papel colorido colado com goma, e duas latinhas de flandres, bem tampada, uma contendo galinha torrada com farofa e outra com carne de porco e cuscuz, na quantidade suficiente para chegar ao destino. A agência da Itapemirim, onde Rosinha vendia as passagens e embarcava os sonhadores, era também um bar. E era lá que a gente se concentrava. Os amigos e familiares se aglomeravam e faziam o coro cantando comigo: “Se algum dia, à minha terra eu voltar, quero encontrar as mesmas coisas que deixei... Quando o trem parar na estação, eu sentirei no coração, a alegria de chegar... Quero encontrar a sorrir para mim, o meu amor a me esperar...” Enquanto o emigrante subia os degraus da porta do ônibus o chororô era geral. Familiares, amigos e, principalmente a namorada, que a partir daquele momento já vislumbrava um caritó, um encalhamento para a vida inteira.Eu vou contar prá vocês a maior de todas as despedidas que eu cantei e explicar o porque. Bonfim de João Rosa foi um dos meus maiores amigos de adolescência. Amigo de caçadas e pescarias. Amigo confidente. É isso, nós não tínhamos segredos um para o outro. E digo mais: Bonfim foi o maior incentivador da minha carreira de cantor. A primeira fita cassete que eu gravei ele fez questão de tirar cópias para vender ao povo. E fazia uma propaganda incrível, gratuitamente. Nossa amizade só não era maior porque ele gostava de jogar sinuca, traçava um baralho, bebia, fumava etc., e eu nunca fui chegado a essas coisas. Essa nossa amizade um dia sofreu um grande abalo... Ele me contou um segredo que eu não pude guardar. Sem ninguém lá de casa saber, às escondidas, ele estava namorando a minha irmã mais velha. Meus amigos, quando eu disse isso a D. Anete (Minha mãe), o cão saiu da garrafa. A “nêga” levou logo uma surra  grande... Meu pai decretou algumas medidas preventivas. E todos nós (10 irmãos) fomos obrigados a fiscalizar. Parecia a estória de Romeu e Julieta... O Amor proibido. Mas a nêga era tão apaixonada por ele que driblava toda a fiscalização. Na realidade ele não tinha culpa. Ela foi quem se embelezou por ele, e não enxergava nenhum defeito.Um dia, numa festinha de aniversário lá em casa, ele se embebedou que amoleceu. Vomitou no colo dela. Mãe aproveitou e fez um verdadeiro sermão: “Olha aí minha filha... Esse homem é muito sem futuro... Antes de casar ele faz uma presepada dessas, imagine depois”. Ela respondeu: “Ele não está bêbado não... Está apenas com soluço e golfou...” Num desses porres um dia ele caiu na besteira de me dizer: “Se eu tivesse o dinheiro da passagem eu ia embora prá São Paulo”. Nós pegamos no dente. Toda nossa família se reuniu para juntar o dinheiro dessa passagem. Mãe vendeu dois bacurins, pai vendeu o revólver, eu vendi uma espingarda de cartuchos e uma bicicleta. No dia seguinte fomos lá na Agência de Passagem de Rosinha comprar a cadeira número um do ônibus da Itapemirim, que saía de Iguatu no domingo às 15:00 horas.Todos nós estávamos acreditando que essa viagem seria o fim desse namoro. Afinal eles eram muito jovens. E a distância se encarregaria de afastá-los. E nós organizamos a tradicional festa de despedida. Mãe encheu a latinha de galinha torrada com farofa. Tia Nenem Laurentino torrou  uns três kg de carne de porco com cuscuz. Tudo pronto para Bonfim viajar.E estou eu lá no bar de Rosinha tocando violão e cantando. Mas de cem pessoas nessa tarde domingo se faziam presentes para essa despedida de Bonfim, que eu queria muito como amigo, mas não como cunhado. E ele, tome cerveja, tome montilla, tome vodka... Quando o ônibus chegou foi preciso levá-lo nos braços porque ele já nem conseguia ficar de pé. A mãe dele, abraçada com minha irmã, choravam num desespero que chamava a atenção de todo mundo. O momento ficou tão comovente que até o motorista do ônibus, ouvindo a gente cantar a música “Verdes campos da minha terra” se emocionou. Ele buzinava anunciando a partida, mas com os olhos cheios d’água, dizia: “Tá bom gente... Eu gostaria de poder demorar mais um pouco... Infelizmente não posso... Tenho horário a cumprir..”. Finalmente o ônibus seguiu viagem rumo a São Paulo, conduzindo Bonfim na cadeira nº 1. A primeira parada era na revenda de passagens da cidade de Barro, distante 120 km. Os passageiros tinham 30 minutos para jantar. Todos desceram. Só Bonfim permaneceu dormindo dentro do ônibus. De repente ele acordou, e meio atordoado, foi ao banheiro. Na Agência de Barro, nesse horário, todos os ônibus da Itapemirim estacionavam para os passageiros jantarem. Os que estavam indo e os que estavam voltando de São Paulo. Aconteceu exatamente o que você leitor está pensando... Quando voltou do banheiro, atordoado, o ônibus no qual ele ia prá São Paulo já tinha saído, Bonfim entrou no que estava voltando para o Icó. Sentou-se na 1ª cadeira, cujo ocupante tinha descido em Barro. O motorista não percebeu nenhuma mudança.Vou resumir a história... Todo nosso sacrifício foi em vão... A mala e as latas de galinha e carne de porco foram prá São Paulo. Mas Bonfim, apareceu lá em casa, com a cara mais lisa do mundo, na hora do Jornal Nacional, ainda bêbado do mesmo jeito que embarcou no Itapemirim. Você pode imaginar a recepção por parte de nossa família.Poucos meses depois nós fizemos uma grande festa de casamento. Minha irmã viveu com ele por mais de 20 anos. Só a morte conseguiu separá-los. Três netinhos ele deixou prá D. Anete. E esses meus sobrinhos são queridos demais.Eu, que o conheci muito bem, tenho certeza de que lá do andar de cima, ele deve estar mangando de mim porque eu terminei de escrever essa história chorando, e também porque no dia 1º de maio de 1996, ele partiu consciente de que não era só a minha irmã que morria de amores por ele: O carisma, a simplicidade, a bondade, a fala mansa e a simpatia dele contagiou toda nossa família. Ainda hoje nós sentimos muito a sua falta. ..


 Do livro: João Dino, Histórias,Estórias, Crônicas e "causos".

UM FORQUILHENSE BEM SUCEDIDO NO DISTRITO DE LIMA CAMPOS - CE

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O forquilhense José Gomes Loiola conhecido popularmente de Zeca, é funcionário do DNOCS e nas horas vagas depõem de um local para culinária do pescado com ajuda de sua esposa. A peixada do Zeca em Lima Campos é visitada semanalmente por vários transeuntes que ali vão saborear um tucunaré inteiro frito e uma porção de filé do peixe à milanesa; arroz branco ou baião-de-dois. Lima Campos fica a 10 km da cidade de Icó e é caminho para visinha cidade de Orós. Este Distrito de Icó tem um açude como o mesmo nome de propriedade do DNOCS situado na região centro-sul cearense, que completou seu 78 anos neste último dia 17 de abril de 2010. A obra foi feita pelo Governo Federal e tinha por objetivo combater uma seca que assolava o Ceará e abrir frentes de trabalho para os camponeses. A primeira denominação era Açude do Estreito, mas em homenagem póstuma ao engenheiro Artur Fragoso de Lima Campos, que na época exercia a função de Inspetor de Secas (cargo equivalente ao atual diretor geral do DNOCS), da então Inspetoria Federal de Obras contra a Seca - IFOCS e morreu vítima de acidente aéreo em Salvador no dia 26 de abril de 1932, foi oficialmente denominado Açude Lima Campos. O projeto para construção do açude foi elaborado em 1912 a 1913 por determinação do antigo IFOCS. Saiu do papel na seca de 1932, quando houve intenso êxodo rural e morte de muitos agricultores. Naquele ano, choveu pouco e havia milhares de flagelados no sertão do Ceará. A mão-de-obra na época queria apenas um prato de comida para não morrer de fome em troca de trabalho. O trabalho para a construção do açude foi braçal e havia apenas ajuda de animais de carga. Milhares de flagelados foram alistados para o início da obra. Muitos foram transportados de trem até a estação de Água Verde que ficava próxima à localidade de Estreito. Outros foram a pé. Os trabalhadores ficavam em abrigos coletivos em acampamento. Foi montado hospital improvisado e há relatos de muitas mortes em decorrência de uma epidemia de tifo. Em 1932, o açude ficou pronto, mas recebeu poucas águas porque o inverno foi fraco. Outro fato memorável foi à transferência do forquilhense Francisco Gomes Loiola conhecido popularmente de Chico Nonato, (in memoriam) no final da década dos anos 60 para ocupar a chefe do Escritório da Pesca e Piscicultura do Posto Agrícola de Lima Campos onde deixou seu legado na administração Pública Federal, ali edificada. Em Forquilha este servidor do DNOCS exerceu varias funções no Posto Agrícola, inclusive respondendo pelo setor agro-hídrico, ou seja, na distribuição e controle das águas dos canais de Irrigações Sul e Norte, para o abastecimento dos sítios frutifico: Arapuá, Escondido, Santa Izabel, São Félix, Vila Nova, aonde seus proprietários aquela época, Francisco Martins Viana; Getúlio Silvestre; Raimundo Gomes Andrade; Francisco Petronilio e Eliza Morais, estes sempre há solicitava para soltura deste bem natural água fonte de vida. Chico Nonato deixou no Distrito de Lima Campos, seus dois Filhos José Gomes de Loiola e Beto, para seguir seus exemplos ali edificado naquele potente Distrito Jaguaribano. O tempo passou e aqui recordamos os feitos destes dois servidores de nossa Pátria Artur Fragoso de Lima Campos e Francisco Gomes Loiola símbolo da imortalidade. Por Célio Cavalcante servidor da Unidade do DNOCS em Forquilha, conhecido no mundo cientifico da Arqueologia cearense.

http://forquilhaontemhojeesempre.blogspot.com.br/2010/04/um-forquilhense-bem-sucedido-do.html

Blog :Forquilha Ontem, hoje e Sempre. Célio Cavalcante.

JANEIRO EM LIMA CAMPOS - CE

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Procissão de São Sebastião
22 de janeiro 2012

FENÔMENO NATURAL

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Pequeno fenômeno natural em pleno sertão cearense.
Lima Campos -CE, em outubro de 2008.
Na narração engraçada do Evaldo Boladão e Walenço.

DA SÉRIE: FIGURAS FOLCLÓRICAS DE LIMA CAMPOS - CE

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Maria

POETA POPULAR ICOENSE

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Poeta, Chico Vitor

O ALÔ DO DIA!!!

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O alô do dia hoje é especial, vai para Joaquim, Lalá, e seus filhos Samuel e Sâmula.
Que Deus em sua infinita bondade, abençõe essa família.
Limacampenses que moram e trabalham em Curitiba no Paraná.
Sempre atentos ao Blog do Lacy com informações precisas do distrito de Lima Campos, no Ceará.

13 DE SETEMBRO, DIA NACIONAL DA CACHAÇA, UM DIA NACIONAL PARA UM SÍMBOLO NACIONAL

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 Kaká

 Joãozinho e Manel

Davi (Iscurinho)

Lacy Carvalho

José Germano

Dedé

Lacy e Lindoval

Lindoval

Carlinhos (Pela-Pau)

Carrapicho

Humberto, Derlan, Lacy e Zé Nilton

Levi e Neto Bertoldo

Rubão
João,Leite,Milton, Diassis
Lacy,Dedé , pedrinho e Samuel
Equipe do GH2

Cachaça é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil, obtida pela destilação do mosto fermentado do caldo de cana–de–açúcar. A história do desenvolvimento da Cachaça, bebida de sabor único, está ligada diretamente a história do nosso país, desde a época da colonização, tendo, portanto, influência significativa na formação sócio–antropológica brasileira. A Cachaça é o primeiro destilado da América Latina.
A iniciativa do Instituto Brasileiro da Cachaça – IBRAC para a criação do Dia Nacional da Cachaça foi lançada em 5 de junho de 2009 na feira Expocachaça, em Belo Horizonte. Essa iniciativa se transformou em projeto de Lei no. 5428/2009, que tramita na Câmara dos Deputados e institui o dia 13 de Setembro como o Dia Nacional da Cachaça.
A data escolhida para o Dia Nacional da Cachaça tem motivo histórico, pois em 13 de setembro de 1661 a coroa portuguesa liberou a produção e comercialização da cachaça no Brasil após a pressão e rebelião dos produtores.
A história remonta ao ano de 1630, quando os portugueses notaram que o mercado da cachaça crescia e o produto tomava o lugar da bagaceira, produzida por eles a partir do bagaço da uva.
Em 1635, o rei de Portugal proibiu a produção e comercialização da cachaça com o objetivo de incentivar o consumo da bagaceira.
Em 1659, um novo decreto real proibiu o comércio da cachaça, com os portugueses apertando o cerco aos produtores com ameaças de deportação, apreensão do produto e destruição dos alambiques.
Em 1660, os produtores fluminenses lideraram uma rebelião e tomaram o governo da cidade. Era a Revolta da Cachaça, movimento que abriu caminho para a legalização da cachaça, que ocorreu em 13 de Setembro de 1661 por Ordem Régia.
O dia 13 de setembro perpetuará a importância da Cachaça como um dos símbolos mais representativos da identidade do povo brasileiro.

Fonte: IBRAC

ARQUIVO FOTOGRÁFICO

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Jaqueline, Mocinha , Assis e sua irmã Bete Maciel.

LIMACAMPENSE PELO O MUNDO A FORA

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 LUCIANO
Luciano reside em São Paulo e é irmão do saudoso, Bebeto.

ALÔ DO DIA!!!!

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O alô do dia hoje é para o internauta João Paulo Felinto, sempre de olho no Blog do Lacy.

POESIA E LITERATURA

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Presente Dizagradavi

Ô mamãe o Julião
Que lá no Sã Palo mora
Que é seu fio e meu irmão,
Tendo certeza que agora
Também já chegou aqui
Na Fazenda Cangatí
A energia inergia rurá,
Manda esta coisa pra gente,
O que sai deste presente
Pra mim não vale um juá

Era mió meu irmão
Mandá dinhêro pra gente
Do que a televisão
Que só sai coisa indecente,
Toda vez que eu ligo ela
No charfudo das novela
Vejo maió funaré
Com as brigas da muié
Querendo o marido alheio

Do que adianta tê fama
Ter curso de facurdade
Mode apresentá programa
Com tanta imoralidade,
Sem iscrupo e sem respeito?
Quem faz assim deste jeito
Tá prantando uma cimente
Pra cuiê crime e tristeza,
Tá istragando a pureza
Das criançinhas inocente

É uma coisa medonha,
Eu vejo a maió narquia,
Eu não sabia que havia
Tanta farta de vergonha,
Vi uma moça elegante,
Bonita no mesmo instante
Sua vergonha perdeu,
Andando pra lá e pra cá
Mode se fotografá
Nuzinha como nasceu

Assití televisão
Desta manêra eu não posso,
Não sei pra quê meu irmão
Mandou pra nós esse troço
Que a gente não se acustuma,
Eu vi uma tal de Juma
Toda nua se banhá
Bem desconfiada e sonsa
Que já tá virando onça
Nas terra do Pantaná

Este mundo tá perdido,
Tá na maió perdição,
Mamãe , me faça um pidido
Venda esta televisão
Nem que seja bem barata,
Dela só sai coisa chata
Que é cronta a religião,
Eu já vivo invergonhado
De vê as muié pelada
Que sai na televisão

Estas mocinhas que assiste
As dizagradavi cena,
Programa e novela triste
Que sai palavra obcena
E as fia num vai não vai
Brigando com mãe e pai,
Fartando com o respeito,
No futuro estas mocinha
Vão seguir na mesma linha,
Fazendo do mesmo jeito

Televisão, com certeza
É peça importante e bela
A causa da safadeza
É dos que manobra ela,
Disto eu já vivo ciente,
Se tem novela indecente
E programa sem pudô
Que sai até palavrão
Não é a televisão
É seu apresentadô

Ô mamãe o Prisidente
A maió oturidade,
Pruquê aceita e consente
Tamanha imoralidade?
Ele fala todo dia
Na boa democracia,
De istudo e de inducação
Nesta nação brasilêra
E não acaba a sujêra
Que sai na televisão?

Meu pensamento eu não mudo,
Deus perdôi se for pecado,
Mas veja que disto tudo
O Prisidente é culpado,
Mamãe, porque é que este home
Estas coisas não consome?
Eu pregunto com razão
E quero tê a resposta,
Será que ele também gosta
De vê iscuiambação

Não gosto de nada a tôa
Não aceito este negoço,
A televisão é boa
Mas que os programa é uns troço,
Pra mim não vale um juá
Por isto torno a rogá
Quêra escutá minha voz
Mamãe de meu coração,
Venda esta televisão,
Ela não serve pra nós.

Do livro, Patativa do Assaré: Antologia Poética.




IMAGENS DO DIA

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Poço do Carro , Lima Campos-CE